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Pós Congresso de Músicos Católico

Este final de semana que passou tive a oportunidade de estar no Congresso Nacional da Música Católica, foi uma experiencia ímpar em minha vida, onde pude ouvir de Martin Valverde, que hoje o considero um grande amigo, nao pela proximidade, mas pelo bem que nos fez durante todo esse encontro. Estávamos em poucos em vista do tamanho do nosso país e a quantidade de pessoas que se envolvem com a música católica, direta ou mesmo que indiretamente. Mas, pra quem foi ao Congresso, pode ter certeza que nao saiu de lá do mesmo modo como entrou.
Eu pude parar um pouco e refletir muito sobre os comentarios, sobre seus testemunhos de vida e concluir que haverá um pós Congresso e esse pós Congresso é individual, de cada um de nós que estivemos lá bebendo de Deus essas experiencias, esse incentivo. Vivenciei momentos cruciais e pontuais para minha vida, que hoje terça(04/09) posso dizer que tem alguns pontos em minha vida que precisam mudar de direção, preciso mudar de rumo, tomar algumas atitudes. Senti coisas que fazia tempo que não sentia, ouvi coisas que ha tempo tenho quisto por em minha vida e por medo ou mesmo por falta de coragem ou oportunidade acabei me protelando. Em uma de suas reflexoes Tin (como Ziza chama Martin rs), levou-me a redescobrir um pouco de mim mesmo e principalmente me posicionar diante de tantas. Deu-nos um conselho que vou seguir pro resto de minha vida: FAÇA A SUA PARTE! simples nao? mas nem tanto assim. Porém será algo que lutarei com esmero para que aconteça, fazer a minha parte, nao me envolver com aquilo que nao me diz respeito. Acho que o que mais mexeu comigo foi o finalzinho de tudo, quando menos espero surge uma bendita pergunta, que pergunta??? Aquela pergunta... postei anteriormente meu resumo, minhas anotações.
Essa pergunta ai:

Pergunta de Alessandra Sales – Atualmente vem se difundindo um tema polêmico nas mídias, e esse tema têm chegado a nossa Igreja e também aos nossos ministérios de música: HOMOSSEXUALIDADE. Como agir diante dessa questão quando se depara com um ministro que identificamos nessa situação?
Este é um assunto perigoso porém precisamos de uma posição. Ate porque há os homossexuais afeminados, que quando batemos os olhos já percebemos, e tem os piores, aqueles que são e em nada percebemos, tem atitudes normais, tanto homens quanto mulheres.
A solução nessa situação é falar claramente, ser sincero, conversar com a pessoa, perguntar, buscar ajuda com quem entenda do assunto. Pois, na grande maioria são jovens que foram abusados.
A arte atrai pessoas com tal tendência, pois possuem uma sensibilidade apurada. E músico leva a sensibilidade.
A Bíblia e a Igreja dizem que o homossexual tem que viver a castidade (apesar de ser algo difícil) São pessoas que estão à frente, que se vê cantando, estão expostas. A Igreja não esta fechada para os homossexuais, mas para a prática. O risco maior é o perigo sexual da pessoa. Pois a música sensibiliza e aflora a sensibilidade.
O conselho: falem a verdade, falem direto. Nada vai mudar se não houver aceitação. Se deixarmos passar, não poderemos reclamar.
Quando 1 pai de família não abraça seus filhos, não tem contato físico ele é um potencial “violador” de seus filhos, muito mais que o próprio abuso sexual. É criada uma muralha e pagamos um preço alto por isso. Não se deve fazer fofoca, tem que falar direto ou buscar pessoa capacitada pra isso. Opta-se sempre pela vida. Se acharem que tal pessoa é homossexual, seja claro com ela e pergunta. (esta tudo bem com sua sexualidade, tem algum problema etc.) Reze e faça jejum por isso. Tem que falar algo, pois o tema tem crescido.

 Imagine como não me senti, ainda mais de ter passado por uma situação um tanto quanto constrangedora no sábado, fora alguns olhares entre outras coisas. Aí no fim de tudo, no último minuto do 2º tempo da prorrogação vem essa pergunta, e claro né que muitos que ali estavam ao ouvirem tal pergunta o olhar se voltou pra quem será??? Tipo falavam com os olhos o que a boca não era capaz de dizer, fora os cochichos de orelha né... mas foi bom, pois ouvi algo que sempre pensei que devesse ser a atitude, apesar de que muitos esperavam outra resposta do Tin, mas... ele foi bem realista e não adentrou muito no tema, talvez por medo de ter ali pessoas com tal problema, até porque se levantaram tal questão, não foi à toa. Mas algo que o Tin disse que concordo muito é que CHEGA de indiretas, de fofocas entre outras coisas, se tem dúvida se a pessoa é ou não, nao sei o motivo pelo qual nao chegam à pessoa e pergunta, tenha uma conversa aberta, sincera, amiga... e deixam de fazer especulações, acusações, tem gente que fantasiam cada coisa em relação à homossexualidade. Criam uma realidade que não existe e nem existirá. Ficou bem claro em alguns olhares que a resposta da pergunta foi insatisfeita, pois creio que muitos pensaram que ele seria bem mais incisivo, bem mais rígido porém ele teve o olhar de Deus... 
Esse Congresso me quebrou e agora estou me reconstruindo, pegando caco por caco, e voltando a me compor, como eu sempre fui. Sei que terei que tomar algumas decisões muito importantes nesse fim de ano, mas Creio que será tudo para um bem maior...



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