segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Timothy Kurek, é um homem cis, filho de pais religiosos, educado de acordo com os princípios cristãos. Sua bússola era a Bíblia, a igreja, sua casa. “Foi lá que eu aprendi a temer a Deus e encarar a homossexualidade como um pecado“, disse.
Segundo ele, os ensinamentos passados nas instituições religiosas era de que “amor é chegar e falar para o seu amigo gay: ‘Ei, escute, você é uma abominação e precisa pedir perdão para ir para o céu“. O problema, como o jovem mesmo declarou em entrevista a ABC News, é que ele acreditava fielmente nessa “besteira“.

O pensamento crítico de Kurek começou a mudar quando uma colega lésbica que havia sido expulsa de casa pelos pais devido à sua orientação sexual foi lhe pedir ajuda. “Eu senti que Deus me deu um tapa na cara. Ela estava chorando nos meus braços e em vez de eu estar lá para ela, eu ficava pensando em todos os argumentos que eu poderia usar para convertê-la“, disse.

Passada à epifania, o passo seguinte foi audacioso: heterossexual convicto, Timothy decidiu se passar por um homossexual, para sentir na pele o dia-a-dia da vida de pessoas homossexuais.

Arrumar um cúmplice que o ajudasse na farsa não foi difícil. Acertado os detalhes com um amigo que fingiria ser seu namorado, Kurek assumiu “sua homossexualidade” para a família, os amigos da igreja e, para ficar ainda mais inserido no meio, trocou seu antigo emprego e começou a trabalhar como garçom em um café gay. Como já era presumível, a acolhida não veio. “Eu preferia que um médico me diagnosticasse com câncer terminal a ter um filho gay“, foi a resposta de sua mãe. Dos amigos, 95% se afastaram, conta.

A meta imposta a si mesmo era de um ano, imerso em um ambiente desconhecido, diferente. Um território nunca antes pisado. Mas, segundo kurek, foi o suficiente para entender que homossexuais do mundo inteiro são injustiçados pela ideia errada de que o amor deles é um pecado, um crime contra as leis de Deus.

A experiência vívida serviu de inspiração para o livro “The Cross In The Closet” (“A Cruz no Armário”), onde relata o sofrimento diário das pessoas LGBT, postos à margem da sociedade, julgados como pecadores e seres abomináveis por fundamentalistas religiosos e as próprias instituições que em vez de acolher, afasta essas pessoas necessitadas de apoio moral e espiritual.

“Tudo aquilo pelo qual passei é nada comparado à experiência de qualquer gay ou lésbica”, afirmou o rapaz, que não só clareou todo o preconceito que foi ensinado a ter como conseguiu transformar a mentalidade da mãe e de alguns amigos.


https://vamoscontextualizar.wordpress.com/2015/08/31/cristao-que-por-um-ano-viveu-como-gay-relata-sofrimento-diario-de-homossexuais/

domingo, 30 de agosto de 2015

AMORES DE FAST-FOOD MATAM O CORAÇÃO
Por: KAREN CURI
A fome é tanta, a pressa, a ânsia pela saciedade consome os apressados. O mundo anda mesmo tão corrido… As vontades e quereres, sempre tão urgentes, precisam ser prontamente atendidos porque ninguém aguenta esperar que chova na sua horta. Dizem os mais inquietos que esperar é para os acomodados, que devemos correr atrás dos sonhos, abrir os caminhos do nosso destino, botar a mão na massa e fazer acontecer. Concordo. Só que existe um porém; corre-se demais sem saber realmente o que buscar, e no desespero de conseguir o que quer — ou a ilusão do que se almeja — os apressados se perdem, se enveredam em toda e qualquer saída. A fim de alcançar o maior número de conquistas (que neste caso não são vitórias), deixa-se de dar importância às consequências que cada uma delas traz ao coração.
Preciso confessar que eu faço parte do time dos maratonistas da vida. Sim. Quero tudo pra ontem, não me acomodo nas comodidades que meus dias me regalam. Me apavoro só de pensar numa vida sem mudanças, na rotina perfeitamente traçada sem direito à desvios. Não me bastam as certezas do meu universo, nem a quietude de uma espera consentida no portão. Eu quero mais é vendaval, tormentas abruptas que levam embora o que não é firme o bastante para permanecer. Só dessa forma eu consigo admirar a calmaria da manhã seguinte e valorar o que ficou de profundo e enraizado.
O problema de ser assim, apreciadora da velocidade por viver, é que quando os ventos não andam soprando lá com tanta veemência, a falta de emoção — mais conhecida como mesmice — cresce vertiginosamente aqui dentro. Impaciência, inquietude, incredulidade, inconformismo. Tudo junto.
Mas enquanto o estilo apressado de ser e querer e sentir não chega ao coração, tudo bem. Porque o coração não pode, nem deve ser manejado com afobamento, ou sob qualquer outro tipo de pressão. O amor é único em sua amplitude absolutamente sucinta. Lê-se: Único. Amor não é sexo, não é afinidade, não é amizade, necessidade, nem paixão ou compaixão, desejo, ensejo. Nada disso. Amor é amor. Assim, simplesmente e lindamente.
Acontece que, muitas vezes, o desespero por viver o amor é tão imenso, praticamente incontrolável, que a cegueira acomete os olhos do apurado por amar. De certo que o amor é cego, mas o anseio por ele obstrui a visão e todos os outros sentidos. A pessoa quer porque quer ter alguém para chamar de seu. E diante da pressão de encontrá-lo despeja-se sobre qualquer alma as suas vontades e planos, sem respeitar a si próprio, sem considerar o outro. Perde-se o critério de avaliação de sentimentos, de compatibilidade, as sensações se confundem e se misturam umas às outras.
Dessa forma, é dada a largada aos amores de fast-food. Esfomeados em busca de uma embalagem bonita, alguém que lhes salte os olhos e sacie a fome de amar e ser amado naquele instante. Tem que ser agora, deve ser pra já. A sede matada na saliva, e o coração que morra afogado nas lágrimas do dia seguinte. Sim, porque depois de tantas trocas, tornam-se mais estranhos do que antes de terem sido apresentados.
Corações deveriam ser alvos de amor pra se lançar sonhos a dois, cumplicidade, tantas coisas boas, e não um pano de chão para que qualquer um limpe os pés na entrada e pise na saída.
Na pressa por viver um amor e em busca de ser feliz junto à alguém, as pessoas se atropelam em euforias, bocas e corpos. Não estou dizendo que se deva ser um monge e viver recluso às possibilidades amorosas. Não é isso. Aliás, eu, como parte do time dos corredores pela vida, penso que estamos aqui para viver de forma ampla, trocar experiências, ser feliz e fazer feliz. Mas acredito, sinceramente, que o coração não é um brinquedo, nem objeto de tortura, muito menos algo perecível com prazo de validade para se usar e descartar. Aliás, nas questões do amor, deve-se ter cautela para que ninguém saia, pelo menos, tão ferido.
Está praticamente imposto que trouxa é aquele que preserva o seu coração, que se ama e se respeita acima de tudo. Porque legal mesmo é sair traçando tudo o que se vê pela frente, deixando fluídos por aqui e acolá, espalhando sementes em terras úmidas sem a menor precaução e preocupação com o terreno alheio. Não se engane. A fome desvairada por provar todos os quitutes da festa passa, e o vazio que fica é um buraco tão fundo e tão escuro que vai desencadear meses de insônia e muito, mas muito arrependimento por ter sido tão permissivo.
Portanto, antes que nos deixemos tomar pela ansiedade de degustar os amores de fast-food, por que não nos alimentamos, antes de tudo, de amor próprio, de confiança, de respeito? Que nos amemos primeiro e nos provemos primeiro antes de oferecer um bocado à qualquer morto de fome.
Se o amor não tem limite, que a caridade amorosa tenha.
Texto fantástico do blog Antônia no Divã.
É preciso ir embora.
Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo. Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua pegada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso.
É preciso ir embora.
Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália. Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.
Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva.
As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.

de um amor e ate de uma amizade...

33 RAZÕES PARA SOBREVIVER AO FIM DE UM AMOR
Por: KAREN CURE
Seu mundo caiu. Você já não sabe mais a ordem da vida, por onde começar ou recomeçar a existir. Fique calmo e respire fundo. Essa é uma lista pensada em te ajudar a entender e sobreviver ao fim de um relacionamento. Você encontrará alguns porquês e outras tantas razões para seguir adiante. No fim das contas, o importante é seguir. A lista e em frente.
1 — Você não nasceu grudado em ninguém, portanto, não tem porque deixar de existir como indivíduo. Lembre-se; nascemos sós, morremos sós.
2 — A vida não se resume em um único ser. Viver é um exercício e um dever voltado para si. O foco deve ser sempre em você, depois, no outro.
3 — Um amor não pode ser maior que o seu amor próprio. Voltamos ao velho ditado: se você não se amar, ninguém vai te amar. Simples assim. E funciona mesmo.
4 — Rupturas amorosas ajudam a estabelecer novos desafios e metas. Aquele mestrado que você deixou pra depois porque não tinha tempo, a dieta que não foi levada tão a sério…
5 — Você vai notar que sobreviveu ao tsunami, por mais destruído que esteja. E se sentirá inesperadamente mais forte e mais preparado para as próximas ondas. Sim, esteja certo de que novas ondas virão!
6 — Autoconhecimento. Essa a hora de mergulhar em si, se entender, se redescobrir. Desvincular os seus gostos dos gostos de outra pessoa, assumir quem você é sem interferência de ninguém.
7 — Você existe, pensa, quer… E faz! Faça tudo o que sempre quis fazer e não fez, porque sua preocupação era não contrariar o parceiro.
8 — Viaje. Faça aquela viagem dos sonhos porque você merece!
9 — Se permita gastar com você mesmo, tirar um dia para cuidar da aparência, ir às compras, comer besteiras. Vá ao cinema, saia para tomar um chope sem hora para voltar, dance até o dia amanhecer! Ou não faça nada. Mas se libere para seguir as próprias vontades.
10 — Essa é uma ótima oportunidade para voltar aos antigos hobbies e adquirir novos. Volte a pintar, comece a fazer um pequeno jardim, aprenda a tocar violão, colecione cartões postais…
11 — Retome o contato com os velhos amigos, aqueles que ficaram de lado depois que você esqueceu que tem a sua própria vida, sua própria família. Sempre há tempo para tomar as rédeas da nossa existência.
12 — Aproveite para se reavaliar como ser humano e como parceiro. Procure entender os seus defeitos e os seus erros. Descubra o que você pode e consegue melhorar para o seu próprio bem.
13 — Cuide de si mesmo. Coma bem, durma bem, esteja bem com você para estar bem com os outros. Amigos são companheiros, mas até eles se cansam do seu mal humor.
14 — Desapegue da síndrome da posse. Ninguém é dono de ninguém.
15 — Relacionamentos foram feitos para acabar: ou pela separação ou pela morte.
16 — Viaje de novo. Viaje sozinho. É uma ótima oportunidade para adquirir conhecimento, conhecer lugares, pessoas, fazer novos amigos.
17 — Existem coisas mais importantes do que depositar toda a importância do mundo em cima de outra pessoa; por exemplo, a família, o cachorro, a internet, um bom livro…
18 — A vida é uma roda-gigante. Um dia estamos em cima, no outro, embaixo. Se ela está parada é porque outras pessoas estão embarcando. Se ela estiver embaixo, tenha paciência.
19 — Ninguém morre de amor. Isso é muito romântico para os dias de hoje. Antigamente costumava-se dizer que as pessoas morriam de amor quando, na verdade, morriam de fome, de alguma doença, ou de qualquer outra coisa.
20 — Respeite a sua tristeza. Viva-a para não ter que voltar a ela. Sinta. Chore. Grite. Esperneie. Amanhã finja que nada aconteceu.
21 — Assim como esse relacionamento não foi o primeiro, ele também não será o último. Você vai continuar se apaixonando. Ainda bem.
22 — É hora de se desintoxicar de tudo o que te fez mal, de todos os traumas, todos os medos e angústias. O sofrimento acabou.
23 — Momento de virar a página da sua vida. Mude de casa, mude os móveis de lugar. Mude o corte de cabelo, o trajeto para o trabalho, a cor da parede, os porta-retratos, e por aí vai.
24 — Viaje com a galera. Uma viagem só de mulheres ou com os amigos. Você se sentirá livre e ao mesmo tempo acolhido.
25 — As pessoas são diferentes umas das outras. Não é porque as coisas não deram certo com um, que não darão certo com outro. E quem disse que não deu certo?
26 — Não cometa os mesmo erros do passado e não assuma que as histórias se repetem. Círculos viciosos precisam ser quebrados.
27 — O pensamento atrai, portanto, seu novo mantra será: o melhor está por chegar!
28 — Não dê o gostinho ao passado de que ele é tão importante assim. Seja mais você e demonstre isso. Ao menos do lado de fora.
29 — Ainda bem que a vida é feita de imprevistos! Isso inclui novos planos, que inclui novos horizontes, que inclui novos romances.
30 — Não se reprima. Paquere. Você é um pessoa livre.
31 — Você não precisa mais aturar a sogra, a irmã mais nova e o amigo chato. Aleluia!
32 — Nada dura para sempre. Tudo dura o tempo que tem que durar. Abra mão do que não faz mais parte da sua realidade.
33 — Não se feche para a vida. Se abra. Escancare os seus portões e encare a vida de frente!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Você faz falta...

VOCÊ FAZ FALTA!!
É uma frase bem pequena, mas com grande conteúdo reflexivo, inserido em sua profundidade, que muitas vezes acabamos por esquecer seu teor, e sua  grandeza.
Nos últimos dias essa tem sido uma frase muito constante para mim, inúmeras pessoas têm me enviado mensagens inbox via facebook, via whatsApp, email etc. O engraçado que quando se fala isso, eu, por exemplo, vou logo refletindo e analisando, pois essa é uma frase que para mim tem um grande peso.
Quando sinto falta de alguém eu costumo fazer de tudo para que essa falta nao se evidencia mais ou se torne maior, tentando ameniza-la com a aproximação, procurando aquilo ou aquele que te faz falta para que se torne presente em nossa vida, em nossa história.
Fico imaginando o motivo pelo qual as pessoas costumam sentir a falta uma das outras, e tenho percebido que a maioria são bem diferentes de mim, pois sentem falta não pelo fato de gostar de você, ou mesmo por te querer perto, mas pelo que você pode proporcionar ou facilitar a vida das pessoas que insistem em dizer que sente sua falta.
Tenho percebido que essa falta é uma falta mais produtiva, carência de seus préstimos, de seus serviços, de suas habilidades técnicas, de seu profissionalismo, o que por um lado é até bom, mas nao passa disso, e muitas vezes nosso interior necessita muito mais que isso.
Sou extremamente carente, e essa carência nos últimos dias tem me feito sofrer muito, apesar de tomar a decisão de que não mendigarei afeto, carinho de ninguém, se nao nos é dado livremente, nao devemos suplicar, ou mesmo mendigar para que as pessoas demonstre por nós algum carinho ou afeto.
Um pregador católico uma vez disse efusivamente que: AMOR NÃO SE MENDIGA, e tenho percebido que me transformei em um grande mendigo de amor, sinto uma necessidade gigantesca de ser amado, de ser querido, e às vezes pra que isso aconteça pago preço cara, engulo sapos e sentimentos que poderiam muito bem ser de um modo diferente, e pior ainda, que mesmo mendigando nao sinto essa falta sendo suprida, muito pelo contrário, parece que cada dia que passa o vazio interior, a carência torna-se cada vez maior, com isso venho perdendo alguns controles, controle dos meus sentimentos, dos meus afetos,das emoções etc. e me afundado numa tristeza/melancolia sem igual, além de me fazer enfiar em uma solidão desumana, tem dia que não consigo explicar o tamanho da solidão que sinto, nao ter amigos para conversar, namorado, etc tornando meu fardo cada vez mais pesado, pois tenho que aguentar tudo SOZINHO!! 
Tentei quebrar um pouco a guarda, deixar me aproximar de pessoas que pensava ser confiavel e amigas, mas não deu muito certo, algumas condições de minha vida acabam afastando as pessoas de perto, tipo repelente, tenho um repelente  interno que nem sei de onde surge, fazendo de mim a pessoa mais solitaria do mundo, pior que mesmo quando estou em uma grande multidão, ainda sinto me sozinho, incompreendido... 
Pra mim hoje, eu nao teria uma pessoa que eu sinta falta, especificamente, mas teria situações, atos que me faz muita falta: ser acarinhado, receber abraço, sentar e jogar conversa fora, rir de bobeiras e bobices... Sinto muita falta disso, desde minha infância nunca soube o verdadeiro valor do afeto devido ao grande número de filhos dos pais, e ser o mais novo, engano quem acha que o mais novo é o centro das atenções, ao menos no meu caso foi bem diferente... Sinto falta tem dia só de receber um abraço, um elogio, um obrigado, um "estou com você", "não desista"... coisas pequenas em que demonstra que se importam com você.
Pois é, a cada dia que passa tenho percebido minha insignificância para as pessoas a minha volta, como se eu fosse apenas mais um qualquer, e na verdade sou né... nao tenho tido valor algum, ao menos valor que mereça afeto, isso é visível que não.
Sinto falta de fazer falta para alguém... de ser alguém para alguém e o mesmo ser alguém para mim...
Vejo os dias, meses e anos passando e a minha sentença cada vez se torna mais evidente: SOLIDÃO. Algo que sempre tive medo, sempre corri, inevitável... aparente em minha vida como uma constância...
Fico analisando toda a minha história de vida, todas as lutas, todas as guerras, todos os fardos carregados, todas as ajudas, todos os enfrentamentos, pra chegar a essa altura e olhar pra traz que todos que um dia lutei, briguei, guerreei com e por, deixaram me de lado, pois não precisam mais de mim, ou por nao ter nada a oferecer, pois todo o caminho fui me desgastando, ofertando tudo que tinha e nao sobrou mais nada...
A única coisa que me restou foi o cansado... cansado de viver, cansado de lutar, cansado de nadar e nadar e morrer na praia... cansado de fazer falta, mas falta técnica!! CANSADO!!
Só tenho vontade de ficar quieto descansando da vida!! pois ser feliz!!! já nao pretendo nem luto mais pra ser... sonhar, então, menos ainda!! 
Espero o fim... a única esperança que tenho...

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Depois de um tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. 
E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. 
Começa aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam….
Aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que as pessoas que mais te amam, são justamente aquelas pessoas que recebem o seu desprezo.
E descobre que existem pessoas tão fúteis, que são capazes de trocar uma vida inteira de amor e carinho, por um curto período de prazeres e farras.
Aprende como a vida é engraçada e como sonhos são tão facilmente destruídos. E, em algum momento pensamos no amor… E isso se torna engraçado… É engraçado… Às vezes a gente sente, fica pensando que está sendo amado, e está amando, e pensa que encontrou tudo aquilo que a vida podia oferecer, e em cima disso a gente constrói nossos sonhos, nossos castelos, e cria um mundo de ilusão onde tudo é belo… Até que a pessoa que a gente ama vacila, e põe tudo a perder, e põe tudo a perder…
Aprendemos que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para construir confiança, e apenas segundos para destruí-la, e que você poderá fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que Deus nos permitiu escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que eles mudam, percebe que você e seus amigos podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que a vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que ou você controla seus atos ou eles te controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoa que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.
Aprende que a paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais de seus pais em você do que você suponha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes… E seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando se está com raiva, se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não te ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não te ame com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que perdoar a você mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que você julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não volta para trás, portanto plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que realmente pode suportar; que a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

William Shakespeare.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Martha sempre me "traduzindo"...
“Houve uma época em que eu temia certo tipo de gente, aqueles que estavam sempre a postos para apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas, e a sensação que me causam não é nem um pouco desafiadora. E mesmo os que amei já não me provocam perturbação alguma, apenas um carinho sereno. 
Me pergunto como é que se explica que sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva se desintegrem. Alguém era grande no meu passado, fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo, dando a devida proporção aos meus afetos e desafetos." (MM)
Em meio às tempestades e turbulências da vida, juntando o restinho de minhas energias, fui tentar encontrar forças a fim de não desfalecer. Prostrado diante do teu altar, Senhor, senti uma profunda dor no coração na tentativa de rezar...: a oração não vinha. Decidi então: minha presença silenciosa, de dor e lágrimas..., eis a minha oração.



domingo, 16 de agosto de 2015

"Na solidão cabe meu silêncio. E nele cabe palavra, cabe alma, cabe Deus. Cabendo tudo isso, me cabe dizer: solidão nem sempre é estar só."
Precisado de um abraço desse onde possa colocar tudo que estou guardando dentro do meu coração, todas as necessidades, lagrimas, angustias por ali no colo dele...


passando da hora...


De repente tudo vai ficando tão simples que assusta. A gente vai perdendo as necessidades, vai reduzindo a bagagem. As opiniões dos outros, são realmente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós, não tem importância. Vamos abrindo mão das certezas, pois já não temos certeza de nada. E, isso não faz a menor falta. Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado e sim a vida que cada um escolheu experimentar. Por fim entendemos que tudo que importa é ter paz e sossego, é viver sem medo, é fazer o que alegra o coração naquele momento e só.

Essa imagem fala comigo em gritos!!!


by Sentimentos entre homens...

O TAMANHO DAS PESSOAS
Os Tamanhos variam conforme o grau de envolvimento...
Uma pessoa é enorme para você, quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena para você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o carinho, o respeito, o zelo e até mesmo o amor
Uma pessoa é gigante para você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto com você.
E pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser íntimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande...
É a sua sensibilidade, sem tamanho...

DESABAFO!
LEIAM E ME DIGAM SE ESTOU ERRADO?
Por: RODINEY SANTIAGO 
Atualmente todos vivem dizendo querer namorar e se envolver, amar e ser amado, mas muito poucos realmente se esforçam e se concentram nesta meta. Parece que reconhecem sua carência, percebem sua existência solitária e sentem a necessidade de compartilhar suas vidas com outra pessoa, mas perderam a capacidade de se entregar, de aceitar as inconveniências e desgastes psicológicos dos encontros e das tentativas de namoro.
Há sempre uma dose intragável de decepções e dores de cabeça quando se busca a “pessoa ideal”. Precisamos engolir alguns sapos e botar pra correr alguns lagartos, mas a realidade é imperfeita e não se acerta no alvo na primeira tacada. Quando se busca um grande amor, precisamos ter paciência e obstinação. Poucos têm. Na verdade parece que todos estão desencantados, cansados e pouco se importando com os resultados. Todo mundo diz que ninguém quer nada com nada e que já perderam a capacidade de confiar e investir. Cria se uma bolha ao qual se faz parte. Tipo: eu tenho minha vida, minha dependência financeira o meu apartamento e você vive no seu e eu vivo no meu. Ninguém quer dividir ou construir juntos. Mas ansiar por um futuro composto que nunca virá tortura nossas mentes. Vivemos presos ao sonho idílico de um grande amor e a desconfiança declarada e pouco apaziguada no outro.
Me divido entre uma fantasia de realização e uma completa falta de estímulo e esperanças. Percebo que muita gente, e gente muito jovem ainda, de menos de 20 anos, mas também gente mais velha que já sofreu decepções e dores, anestesiadas e incapacitadas para amar e se dizendo decepcionadas e impossibilitadas para se envolver. Vivem presas a uma ansiedade por coisas novas e sempre renováveis, por carne fresca e descartável, e esquecem de viver um grande amor. Por incapacidade ou medo, por impossibilidade ou covardia. Muita gente não percebe que o grande perigo do amor é ele proporcionar pequenos e efêmeros momentos de felicidade e de nos tornar, quiçá, homens e mulheres um pouco menos ansiosos e incompletos.
Muitos de nós passamos anos inteiros de nossas vidas, períodos preciosos de nossa existência esperando por um amor que nos faça feliz, mas pouco investimos e pouco acreditamos, pouco fazemos para que nossos sonhos se tornem uma realidade consistente. Muitos de nós ficamos prostrados a espera de um idílio, vivemos na relutância de aceitar o fato de que os amores são coisas gostosas e perigosamente efêmeras, mas que também podem ser coisas deliciosas e duradouras. É melhor viver o amor, sem se preocupar com sua data de validade, melhor que ficar sonhando nas dobras de um futuro incerto e solitário. A incapacidade de viver um grande amor reside no fato de que não queremos abdicar de nossas pseudo liberdades individuais, mas que também somos covardes e fracos, não queremos deixar nosso ‘front’ sentimental desprotegido e nem quebrar os ovos para se fazer o bolo que poderia apaziguar a minha fome. Mantemo-los ali intactos no cesto da esperança, até que fiquem podres e sem uso. Neste caso acho que vale mais a felicidade instável do amor, que a ansiedade intermitente do coração.
Então avalie bem quando ouvir a mesma ladainha de sempre, a famosa e célebre frase “eu queria tanto namorar e ter um relacionamento sério e bacana”. Muita ansiedade e carência é colocada da boca pra fora na forma de frases como esta. Na verdade, desconfiando do conteúdo, condenamos os que realmente querem algo verdadeiro, porque estas palavras parecem ter perdido qualquer importância ou beleza da maneira como foram banalizadas e esvaziadas de valor pelos covardes e oportunistas de plantão, que não sabem o que querem, mas vivem lamentando da solidão que lhes ferem a alma e coração.

só pra refletir...

O AMOR NUNCA MORRE DE MORTE NATURAL
Por FABRÍCIO CARPINEJAR
Añais Nin estava certa.
Morre porque o matamos ou o deixamos morrer.
Morre envenenado pela angústia. Morre enforcado pelo abraço. Morre esfaqueado pelas costas. Morre eletrocutado pela sinceridade. Morre atropelado pela grosseria. Morre sufocado pela desavença.
Mortes patéticas, cruéis, sem obituário e missa de sétimo dia.
Mortes sem sangramento. Lavadas. Com os ossos e as lembranças deslocados.
O amor não morre de velhice, em paz com a cama e com a fortuna dos dedos.
Morre com um beijo dado sem ênfase. Um dia morno. Uma indiferença. Uma conversa surda. Morre porque queremos que morra. Decidimos que ele está morto. Facilitamos seu estremecimento.
O amor não poderia morrer, ele não tem fim. Nós que criamos a despedida por não suportar sua longevidade. Por invejar que ele seja maior do que a nossa vida.
O fim do amor não será suicídio. O amor é sempre homicídio. A boca estará estranhamente carregada.
Repassei os olhos pelos meus namoros e casamentos. Permiti que o amor morresse. Eu o vi indo para o mar de noite e não socorri. Eu vi que ele poderia escorregar dos andares da memória e não apressei o corrimão. Não avisei o amor no primeiro sinal de fraqueza. No primeiro acidente. Aceitei que desmoronasse, não levantei as ruínas sobre o passado. Fui orgulhoso e não me arrependi. Meu orgulho não salvou ninguém. O orgulho não salva, o orgulho coleciona mortos.
No mínimo, merecia ser incriminado por omissão.
Mas talvez eu tenha matado meus amores. Seja um serial killer. Perigoso, silencioso, como todos os amantes, com aparência inofensiva de balconista. Fiz da dor uma alegria quando não restava alegria.
Mato; não confesso e repito os rituais. Escondo o corpo dela em meu próprio corpo. Durmo suando frio e disfarço que foi um pesadelo. Desfaço as pistas e suspeitas assim que termino o relacionamento. Queimo o que fui. E recomeço, com a certeza de que não houve testemunhas.
Mato porque não tolero o contraponto. A divergência. Mato porque ela conheceu meu lado escuro e estou envergonhado. Mato e mudo de personalidade, ao invés de conviver com minhas personalidades inacabadas e falhas.
Mato porque aguardava o elogio e recebia de volta a verdade.
O amor é perigoso para quem não resolveu seus problemas. O amor delata, o amor incomoda, o amor ofende, fala as coisas mais extraordinárias sem recuar. O amor é a boca suja. O amor repetirá na cozinha o que foi contado em segredo no quarto. O amor vai abrir o assoalho, o porão proibido, fazer faxina em sua casa. Colocar fora o que precisava, reintegrar ao armário o que temia rever.
O amor é sempre assassinado. Para confiarmos a nossa vida para outra pessoa, devemos saber o que fizemos antes com ela.

Chateações...

Uma coisa que muitas vezes nao deixo transparecer, mas que muitas vezes acontece, pois sou muito sensível a essas coisas são as chateações...
Algo que poucos imaginam ou percebem é que tenho uma facilidade muito grande de ser machucado, de ser ferido, e quando sinto que isso tem se tornado frequente, minha ação é o afastamento.
Ultimamente tenho estado em uma fase muito sensível, devido a depressão que voltou a me perturbar e com isso a sensibilidade fica super em alta, qualquer virgula ja vira travessão, interrogaçao ou reticencias...
Tento nao demonstrar minhas chateações, minhas feridas, mas ultimamente tenho deixado isso muito aparente, e causando um certo afastamento meu das pessoas e as pessoas de mim, pois quando fico nessa fase, nao sou agradável, acabo me tornando um pouco chato, pois o meu interior é extremista, ele quando nao se encontra bem, pode ter certeza que la dentro está um caco...
Até tento nao demonstrar minhas chateações, meus maus momentos, mas é quase impossível isso, pois sou muito evidente nos sentimentos, sou muito intenso nos meus sentimentos, nao sei fingir, e qdo tento nao consigo, pois acabo ficando mais óbvio ainda, (culpa de ser aspie)
Queria ser normal... se eh que normal realmente exista...

Verdades verdadeiras...

Fazia um tempo que nao vinha cá postar algo, mas o tempo tem sido meu grande inimigo, ficando à mercê da vida profissional, e das carencias...
Já faz uns 15 dias que venho planejando escrever, mas quando começo parece que da um branco mental, pois perco a moção, a vontade etc. Fico ao nada.
Tenho vivido um tempo de deserto em minha vida. Explico: Temos o costume de denominar fases da vida como DESERTO, fases esta que muitas vezes nos leva a pensar que estamos no caminho errado, que nao sentimos nada, ou que estamos retrocedendo na vida, pois no deserto nao se sabe a posiçao que se encontra, por mais que queira seguir, ainda tem as dificuldades da ausencia de agua, a presença do calor e do frio que faz com que o deserto se torne algo bem intenso... Fico me imaginando la no deserto de Saara, se bem que minha vida nao está tao diferente de lá, humidade relativamente baixa, calor e frio no seu extremo, falta de água etc. o que gera situações nem um pouco agradáveis.
Estou vivenciando uma fase de muita tristeza interior, um vazio latente, uma solidao imensurável, uma inutilidade que nao sei de onde vem, fora os complexos, as inferioridades.
Tenho percebido que as pessoas temem em dizer a verdade uma a outra, por medo talvez do que as pessoas possam interpretar com suas verdades. O mais engraçado que comigo as pessoas nunca temem em dizer ou usar da verdade pra tentar me atingir de alguma forma, quando sou verdadeiro, minha verdade choca, fico meio que pensativo, no porque disso, 
Sempre fui muito machucado com a verdade, a ponto de hoje nao ter medo da verdade, a verdade muitas vezes causa grandes estragos internamente, porém ela nos livra de consequencias, por isso busco sempre ser verdadeiro, usar da verdade nas coisas que faço, falo, sinto para nao criar uma consequencia desagradavel no futuro. 
Ser verdadeiro, muitas vezes é criar inimizades, ser verdadeiro muitas vezes é pedir pra ser excluído dessa sociedade em que a maioria insiste em viver ilusoriamente. Eu nao tive muita opção, sempre usaram da verdade pra me atingir, muitas vezes até pra quererem me derrubar, mas o contrário, sempre foi livramento pra mim. 
A verdade é dolorosa, pois muitas vezes ela nao serve pra agradar, acariciar, mas pra relatar algo que não podemos mudar. A verdade sempre foi minha aliada, e ao mesmo tempo minha grande inimiga, pois acima de tudo a verdade traz consigo uma ausencia de culpa, um livramento de qualquer peso consciente e inconsciente.
Hoje tenho percebido que muitas pessoas têm medo de ser verdadeiros comigo, de usar da verdade para dizer, perguntar etc, com o medo de me ferir ou medo de me afastar ainda mais. Só não sabe que a verdade me conquista, me faz próximo, me faz aliviado, pois se alguem usa da verdade para comigo, sei que nela poderei confiar, pois nao irei ser surpresos com falsidades.
Eu sou assim, verdadeiro, espontaneo, sincero... às vezes até demais, mas prefiro que sejam comigo também, pois atualmente a verdade nao me machuca, prefiro a verdade do que a falsidade, pois com a verdade as consequencias, como disse anteriormente, sao mais suportaveis, e também se tiver que doer, dói na hora e depois vai amenizando...
Quando as verdades são verdadeiras nao nos causam mal...